terça-feira, 2 de junho de 2015

Barcas são reprovadas no quesito acessibilidade

Comissão da Alerj constatou que apenas uma das embarcações é adequadas de receber cadeirantes

Rio – A pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, os transportes públicos já começam a ser reprovados no quesito acessibilidade. A Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj constatou nesta quinta-feira, durante vistoria às barcas que fazem a travessia na Baía de Guanabara, que apenas uma, a Pão de Açúcar, tem condições adequadas de receber cadeirantes e pessoas com limitações motoras. A frota da CCR conta com 25 embarcações, 16 catamarãs e 9 barcas tradicionais.

A vice-diretora da comissão, deputada Tania Rodrigues (PDT), que é cadeirante, contou que os funcionários da CCR não têm treinamento adequado. Além disso, segundo ela, há outros problemas, como altura das bilheterias, falta de espaço específico para o deficiente e ausência de coletes salva-vidas com fácil acesso aos cadeirantes: “Eles não oferecem a infraestrutura para o cadeirante exercer o direito de ir e vir de forma independente.”

A CCR Barcas informou que “desenvolve grupos de trabalho com o objetivo de aperfeiçoar a adaptação dos espaços, eliminando integralmente todo tipo de obstáculo”. Afirmou ainda que “está disposta a reavaliar a atual estrutura e realizar as melhorias”.

Fonte: O Dia

Claudia Werneck, da Escola de Gente, lança livro infantil em nove formatos

Em 1993, a jornalista Claudia Wernecklançou um livro-reportagem sobre Síndrome de Down e recebeu de volta 3.000 cartas de famílias desesperadas atrás de ajuda, algo que transformou profunda e definitivamente a percepção daquela mulher sobre a necessidade de se falar em inclusão. Hoje, o tema está em toda parte. Há leis sobre acessibilidade, conselhos, regras, mas o país continua discriminando, diz ela. "Pessoas com deficiência não são detalhes da natureza, mas parte intrínseca dessa natureza", afirma, em entrevista à Época, diante do florido jardim de sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio. Claudia é fundadora da Escola de Gente, uma ONG que vem colecionando prêmios e reconhecimento internacionais ao se dedicar a transformar políticas públicas em políticas públicas inclusivas. Seu mais recente e inovador projeto é o livro infantil Sonhos do Dia, o primeiro do país publicado em nove formatos permitindo sua leitura por todas as crianças.

Os nove formatos são resultado de uma combinação de linguagem e tecnologia. Além do livro impresso, há o exemplar em alto relevo e braile, a versão falada em CDs e DVDs, com e sem audiodescrição - necessária para pessoas que não enxergam. O livro também foi realizado em CD no formato Daisy, que permite fazer anotações e sublinhar trechos. Transformado em filme, a história infantil em forma de animação com audiodescrição, legenda em português, além da trilha sonora, atende diversas necessidades, cegos, surdos e analfabetos. O filme traduzido para libras se torna acessível a quem não escuta nem lê em português.

O projeto inclui uma instalação interativa no Centro Cultural do Banco do Brasil, do Rio, que será inaugurada dia 5 de junho, para que as crianças possam experimentar - por cinco dias - as diversas formas de ler e conhecer uma história. Escritora com mais de 14 livros publicados, e 250 mil exemplares vendidos, Claudia Werneck acredita no poder dos sonhos e da comunicação desde que sonhou e conseguiu falar com astronautas por carta, aos 12 anos. Abaixo, cenas dessa entrevista à ÉPOCA.

ÉPOCA - Um livro em nove formatos é um projeto caro. Quanto tempo um sonho desse demora para virar realidade?
Claudia Werneck - Isso é o sonho de uma vida, da minha e do meu marido que é meu editor e o único do país especializado em formatos acessíveis. Estamos falando de um projeto que envolve técnica, paixão, uma curiosidade enorme e muita força para romper barreiras. Nós pensamos em fazer livros acessíveis desde 1993 e já estamos vislumbrando um novo formato para o próximo livro: letra ampliada para crianças com baixa visão. Pensamos também num livro com linguagem simples, o mais complicado de todos porque não se fala muito nisso no Brasil. Eu vi na Europa, sobretudo na Alemanha: livro com falas curtas para pessoas com deficiência intelectual. Por que não? Cada formato exige uma sensibilidade, uma inteligência e um percepção específicas. É um projeto caro sim, não tem dinheiro para o folder, por exemplo. Falta dinheiro pra tudo. O que queremos é um único formato que atenda todas as crianças. Uma aventura que exige pesquisa porque uma coisa é acessibilidade para adulto, outra para criança. O Brasil ainda não percebe todo o valor da criança e não estou falando de governo, empresas e mídia não. É a família, toda e qualquer família porque o olhar adulto sobre a criança ainda é muito descontextualizado, não leva em conta mesmo o que é direito da criança. Essa discussão sobre maioridade penal toda errada é levar ao extremo um problema disfarçado no dia a dia com amor e cuidado. A pessoa cuida, ama, leva para vacinar, mas não reconhece o papel da criança.

ÉPOCA – A senhora está falando de uma falsa comunicação entre adultos e crianças?
Claudia – Só há comunicação quando as pessoas que se comunicam se percebem como tendo o mesmo valor, e isso não acontece quando alguém com deficiência conversa com alguém sem deficiência, por exemplo. É como se a pessoa com deficiência fosse um ser humano de menor valor, porque lhe faltaria algo, estaria eternamente em desvantagem. O mesmo acontece entre adultos e crianças. A criança pode receber carinho de sua família e, ao mesmo tempo, ser desrespeitada porque as pessoas a sua volta já cresceram e ela está em fase de desenvolvimento, e isso se reflete na comunicação intergeracional. A criança precisa, sim, da proteção integral do adulto, mas traz em si um valor humano inteiro, pronto, inquestionável. Para algumas pessoas é mais fácil desrespeitar uma criança do que um adulto. Nunca parei para estudar muito isso, mas quer um exemplo? Já reparou como as pessoas se sentem livres para tocar um bebê quando acabam de conhecê-lo? Você não faz isso com um adulto. Muitos argumentam que é carinho. Tá bem, mas você não tem afeto com aquela criança que muitas vezes acabou de conhecer para ficar tocando no corpo dela, mesmo que seja para fazer carinho. Tem homem que acha um absurdo bater em mulher, mas bate na filha, que é uma mulher pequena......não consigo entender isso. Concorda que é estranho? Por isso, refletir sobre os Direitos da Criança na perspectiva da acessibilidade e do direito à comunicação é um debate novo. É um tema pouco conhecido, um arcabouço teórico que sequer está sistematizado no universo dos Direitos das Crianças. Nesse livro, eu peço que o leitor ajude a espalhar a notícia de que ele existe também para quem não vê. É uma tentativa de responsabilizar uma criança pela outra. Se eu gero na criança que enxerga o compromisso de avisar à criança que não enxerga que o conteúdo do livro está em outras mídias, eu crio um vínculo de proteção mútua. A acessibilidade não é apenas um instrumento para a garantia de direitos, é um direito por si só. Um direito relacionado com o direito à vida porque só está vivo no planeta hoje quem tem algum nível de acessibilidade. Isolado, o ser humano morre em vários sentidos.

ÉPOCA – Propostas inclusivas são sempre bandeiras de pessoas idealistas e teimosas o suficiente para levá-las adiante, o que é uma carga difícil de carregar. Além do mais, são propostas que nunca despertam interesse comercial. Como a senhora supera essas dificuldades?
Claudia – É muito difícil mesmo. Muito raro ter interesse das livrarias ou das editoras num livro em sete formatos acessíveis. É muito caro, tanto que esse livro, quando foi editado pela primeira vez em 2001, teve apoio via Lei Rouanet, com patrocínio da White Martins. Essa versão ampliada tem patrocínio de novo da White e do Criança Esperança, porque os outros parceiros não entram com dinheiro. Esse é um trabalho que precisa de parcerias institucionais fortes, ou não anda. Eu procuro juntar todos em torno disso, mas não dá para fazer sem incentivo. Só que a gente faz de qualquer jeito (ri).

ÉPOCA – O alto custo não torna um projeto de acessibilidade inacessível?
Claudia – Te pergunto 'quanto custa não discriminar?' Se eu faço um livro só impresso em tinta, eu sei exatamente o preço da discriminação. O X a mais do livro que não discrimina não é o "a mais", mas o certo porque estamos no mundo do "X a menos". Quanto custa discriminar uma pessoa surda num vídeo sobre doenças sexualmente transmissíveis? Custa o preço de um vídeo executado sem um tradutor para libras. O mesmo vale para um panfleto de interesse maior que não seja elaborado em braile. Sou radical nesse ponto. Um livro impresso é um livro que discrimina. O desafio é calcular quanto custa não discriminar. Você pensa que se eu entrasse com esse projeto de um livro em sete formatos num edital eu ganharia? Nunca. As pessoas fogem, não entendem a utilidade disso. A minha organização, Escola de Gente, lida com ineditismo, gera emprego, em todo o Brasil, mas precisa de parceiros que acreditem nessa força, algo especial e muito difícil. Em meu livro "Ninguém mais vai ser bonzinho", de 1997, eu falo que na sociedade inclusiva – uma proposta da ONU de 1990 (Toda pessoa tem direito de contribuir com seu talento para o bem comum) - seremos todos cúmplices, por mais diferentes que as pessoas pareçam. Por isso estar no lugar do bonzinho me chateia. Esse projeto nasceu do meu trabalho jornalístico, em cima de um tema de interesse público, que trata do futuro do país, tão importante quanto qualquer escândalo ou notícia sobre o Orçamento. O esforço é muito grande mas há muita dificuldade para incluir esse tema no debate corrente por isso sigo testando estratégias. A Tatá (Tatá Werneck, atriz), minha filha, criou um grupo de teatro na escola em 2003. Eu e meu marido damos oficina para formação de mídias acessíveis nas favelas, inclusive com noções de audiodescrição para quem não enxerga. Tento tudo que posso e sempre focada na juventude porque os jovens são os melhores agentes de transformação embora meu público seja a criança. Os jovens são pediatras que dão plantão, pedagogos recém-formados, terão filhos e saberão educar melhor.

ÉPOCA – O que a senhora espera desse livro em nove formatos?
Claudia – Este livro avança no debate. Claro que a tendência não é inviabilizar o livro. Quero que todos juntos pensem soluções. Existem formatos totalmente desconhecidos do público como o formato DAISY. Um folder no formato DAISY num CD não é caro. O problema é que, ao pensar inclusão, você altera os tempos. Se tem uma foto, é preciso descrevê-la. O tempo da comunicação da acessibilidade é incompatível com os tempos atuais. Somos cada vez mais impulsionados para um tempo em que os mais rápidos são melhores. Quero mostrar que todas as formas de se expressar são legítimas. No entanto, não existe um encontro para esse intercâmbio no Brasil. Acessibilidade não é para as pessoas com deficiência acessarem o saber dos não-deficientes. É uma troca. As reflexões sobre sustentabilidade e saídas para o planeta não darão certo porque ignoram as perspectivas de uma população enorme que tem um saber que não entra na busca dessas novas soluções. Ninguém está discutindo, por exemplo, num sistema de prevenção de desastres com avisos sonoros, como educar a população para avisar uma pessoa surda que o barulho está no ar. Se não fizerem isso, não adianta. Acessibilidade envolve também mudança de atitude e expansão de consciência, é o principal instrumento de garantia de Direitos Humanos. Não é um favor aos deficientes. A sociedade inclusiva é revolucionária porque não procura botar para dentro quem está fora, ela reconhece todos como seres de igual valor. A sociedade hoje se pauta por discriminação em todos os pontos de vista e não se dá conta disso.

ÉPOCA – A senhora se sentiu discriminada por abraçar uma causa sem ser deficiente nem ter filhos deficientes?
Claudia – Totalmente. A primeira resistência veio da própria classe jornalística que dizia que pena que você abandonou o Jornalismo. Quer dizer que pode ter jornalista de esporte, de gastronomia mas não de inclusão? E isso foi doído porque a minha sensação era “agora que eu estou entendendo o que é ser jornalista”, agora que eu estou testando os limites da minha profissão, dizem que não sou mais jornalista? Jornalista também é agente da história. Em 1993, quando recebi 3.000 cartas por causa do meu primeiro livro, sobre Síndrome de Down, envolvendo minha família toda. A primeira dor veio da minha classe. Depois virei objeto estranho para todas as classes. Para os educadores, eu era só uma jornalista. Para os médicos, eu também era só uma jornalista. Eu vivi a exclusão de uma causa e hoje em dia a discriminação é porque eu não sou deficiente. Muitos deficientes gostam do lema "Nada sobre nós sem nós", mas eu posso ser a ponte e eu tenho o direito de me interessar por qualquer causa. As pessoas tendem a achar que a pessoa só tem credibilidade para lutar por uma causa se ela for a causa. Acabou que hoje eu tenho um sobrinho com deficiência, falo disso com naturalidade, mas eu não entrei nessa causa por causa do meu sobrinho, ele é apenas mais uma prova de que a deficiência faz parte da humanidade e eu quis contar isso para todo mundo, era um tema desconhecido e mudou toda a nossa vida. A proposta de inclusão vem sendo sempre adiada como se fosse algo voltado só para aquela família azarada. Formar crianças com a mentalidade da acessibilidade é dar vez a um novo modelo de sociedade com pessoas mais livres e mais responsáveis.

Fonte: Revista Época

Pai e filho superam grave deficiência e se tornam atletas de triatlo juntos


O Fantástico contou a história de um pai e de um filho. Um pai que lutou para que o filho viesse ao mundo mesmo sabendo que ele sofria de uma grave deficiência. Um pai que faz questão de mostrar para todo mundo que o que ele pode fazer, o filho pode pelo menos acompanhar.

“Em toda corrida ou algum momento difícil da corrida eu sempre lembrava das pernas dele para me dar mais forças para mim naquela hora de dificuldade, na hora do desconforto”, relembra Neves.

José Rosa das Neves é praticante de triatlo. É do filho Elkier que vêm a energia e a vontade para correr. O rapaz tem 22 anos, mas seu corpo tem o tamanho do de uma criança. É um dos efeitos da mielomeningocele. A doença afeta a coluna, os braços, as pernas, a fala, a respiração, o cérebro e deixa o Elkier totalmente dependente de ajuda.

Toda manhã, em uma casa simples na grande Curitiba, o Luís Iran, irmão de 16 anos, é quem cuida de tudo enquanto o pai trabalha. A mãe dos meninos não mora mais com eles. Durante anos, a vida do Elkier foi limitada as paredes, até que, um dia, o Neves viu que não precisava ser assim: o filho podia participar da sua maior paixão.

Fantástico: Você juntou duas coisas que você ama.

José Rosa das Neves, praticante de triatlo: É, o meu filho e o esporte. Porque muitas vezes eu deixei ele em casa pra ir correr. Não via a hora de terminar a corrida pra voltar pra casa mostrar um troféu pra ele, uma medalha pra ele. Sempre quis isso.

Mas surgiram as dificuldades... “Eu desempregado na época. Fiquei 18 meses desempregados para poder cuidar deles”, conta Neves.

Como levar o Elkier na água na prova de natação? E no trajeto com bicicleta? Um a um, os problemas foram superados. Eles ganharam um barco inflável e um carrinho especial, e começaram a treinar nas ruas do bairro. O filho mais novo decidiu seguir os passos do pai. Virou atleta.

Em 2013, Neves e os dois filhos completaram a primeira prova juntos.

Fantástico: Você sentiu alguma diferença no comportamento dele?

José Rosa das Neves: Dá uma diferença grande porque o mundo dele era uma cama, um sofá, quatro paredes e uma televisão. Quando nós passávamos em frente ao público que tinha no local, que o pessoal aplaudia, ele ficava muito empolgado.

No meio de tantos competidores, lá está a família Neves. Eles chegam bem cedinho para a segunda etapa do campeonato de triatlo, em Brasília. “É uma força de superação que até me emociona. Mais é muita superação. É uma coisa muito bacana de ver. O pai que dando a maior força pro filho. Isso é tudo de bom”, elogia uma atleta.

Mesmo puxando o bote com o filho, o Neves consegue nadar junto com os outros competidores.

Na primeira transição, nnguém pode ajudar o Neves, senão ele pode ser desclassificado. Mesmo com o carrinho, ele manda muito bem! A equipe do Fantástico de moto tem que acelerar pra pegar ele.

O Neves checa se está tudo bem com o filho. A última etapa é a troca da bicicleta pra corrida. O sorriso do filho dá força para seguir em frente.

Minutos antes da linha de chegada, o Luís Iran reencontra o pai e o irmão.

O pai e os dois filhos chegam juntos em mais um triatlo! Uma hora e quarenta e sete minutos: o tempo não importa. Para eles, é como uma vitória. “Precisamos desses exemplos mesmo, viu pai? Pra gente aprender a ser pai. Valeu, hein”, elogia um homem.

Fonte: Fantástico

Projeto Revista Falada, da Fundação Dorina, ganha versão digital

Imagem retangular com fundo em marca d’agua de vários bal&ot...
A Fundação Dorina Nowill para Cegos divulga o lançamento oficial da nova versão da Revista Falada Fundação Dorina. A publicação segue um conceito pioneiro de publicação em áudio para o público com deficiência visual e existe desde 2007. Anteriormente, era distribuída em CDs aos leitores de todo o Brasil. A partir de agora, está disponível gratuitamente na internet, com novas edições publicadas todas as sextas-feiras.

A Revista Falada Fundação Dorina apresenta assuntos de todas as regiões do país relacionados à política, economia, sociedade e tecnologia, além de notícias sobre o universo da deficiência visual. O intuito é Informar para Incluir - promovendo às pessoas cegas ou com baixa visão o acesso à informação oferecendo bases para que elas exerçam seu papel de cidadãos. Em pesquisa recente realizada entre pessoas com deficiência visual de todo o Brasil, 69% delas citaram a internet como principal meio de comunicação onde buscam informações em seu dia-a-dia e com este novo canal a Fundação Dorina acredita que pessoas mais conscientes são pessoas mais aptas para lutar por seus direitos.

As editorias e temas abordados na revista semanal são: Fundação em Revista, com notícias sobre ações e projetos da Fundação Dorina; Fique Sabendo, com notícias sobre o mundo da deficiência visual; Cidadão em Ação, com informações para que a pessoa com deficiência visual lute pelos seus direitos e se aproprie deles; Você em Destaque, com mensagens dos leitores (tanto escritas quanto em áudio); Café no Estúdio, um espaço para entrevistas com pessoas ligadas ao mundo da deficiência visual; e Happy Hour, editoria de entretenimento com abordagens variadas e possui seis subeditorias que se intercalam.

A publicação pioneira surgiu como breves informes anexos à edição da Revista Veja Falada e, com a repercussão, em 2012, se tornou uma revista com vinhetas próprias e editorias diversas. O material era distribuído apenas em CD, com alcance limitado. Ao ser disponibilizada na plataforma digital todos aqueles que tiverem internet e interesse poderão acessá-la. A Revista Falada Fundação Dorina é um projeto patrocinado pela L'Occitane, parceira da insti tuição desde 2013, sempre com foco em produtos, livros e recursos em áudio.

O site do projeto foi desenvolvido pela Agência Espiral Interativa, agência responsável pelo portal Vida Mais Livre.

Fonte: Segs

Maioria dos pais não adota criança com deficiência



A adoção de crianças com deficiência é restrita por grande número de famílias. De acordo com a assistente social da Laramara - instituição especializada em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa nesta área, Vera Pereira, o Cadastro de Adoção tem por objetivo de auxiliar os pretendentes à adoção, aproximando-os do adotado. Mesmo sendo grande o número de pessoas que fazem restrição, existe um grau de satisfação muito grande da família quando adota uma criança com deficiência. Muitas dessas família já têm filhos biológicos e o que se observa é a questão de fazer o bem a essas crianças. Para a assistente social, falta informação para as famílias candidatas à adoção de crianças com deficiência.

Quem quiser mais informações sobre adoção de crianças com deficiência, pode buscar a Laramara - Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, que funciona em São Paulo, no bairro da Barra Funda, à Rua Conselheiro Lotero, 3318 e o telefone para contato é (11) 3660-6465 e o endereço eletrônico é laramara@laramara.org.br. O email é verapereira.ss@laramara.org.br.

Uma das medidas implementadas pelo governo para aproximar os dois grupos foi a aprovação da Lei 12.955/14, que estabelece prioridade de tramitação judicial aos processos de adoção envolvendo crianças ou adolescentes com deficiência ou doença crônica. Acompanhe esta entrevista no programa Revista Brasília sobre o assunto, com o jornalista Valter Lima, na Rádio Nacional de Brasília.

Fonte: Rádio EBC

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Vilton Cunha destaca ações e projetos da Prefeitura em entrevista no “Programa do Pastor”

O prefeito de Currais Novos, Vilton Cunha, foi o entrevistado no “Programa do Pastor” exibido nesta segunda-feira (01) na TV Comunitária de Currais Novos - CANAL 57, e aproveitou a oportunidade pra destacar algumas ações e projetos importantes desenvolvidos pela Prefeitura Municipal ao longo desses últimos dois anos. A revitalização da Feira Livre, projeto criado na atual gestão, foi tema da primeira pergunta do apresentador João Batista de Moura, que indagou o prefeito sobre a situação da obra. “Já conseguimos aprovar R$ 700 mil no Ministério da Agricultura, mas em Brasília tive a informação que este projeto está entre tantos outros do país que sofreram com o contingenciamento anunciado pelo Governo Federal”, disse Vilton, afirmando que irá se esforçar para tentar a liberação dos recursos para este projeto tão importante. “Em Brasília pedi aos ministérios das cidades e da integração, mais recursos para pavimentação, obras estruturantes e de abastecimento que são tão importantes para nossa população”, comentou. Vilton Cunha lembrou que o corte de R$70 bilhões no orçamento da união preocupa milhares de prefeitos. “Os cortes preocupam, inclusive das emendas parlamentares tão importantes para os municípios”, disse.
Entre tantos assuntos discutidos durante pouco mais de uma hora de programa, Vilton Cunha lembrou que o município está elaborando um projeto para a criação da guarda municipal (trânsito e patrimonial), e que está conversando junto à órgãos do Estado e do governo federal, como o DNIT, sobre a municipalização do trânsito. “Pedimos a recuperação de toda a Avenida Sílvio Bezerra ao DNIT, além de passar o domínio dela ao município”, disse. Sobre o abastecimento de Currais Novos, Vilton afirmou que “desde 2014 a Prefeitura vem fortalecendo a estrutura hídrica da cidade” e que algumas ações já estão sendo debatidas com a CAERN e SEMARH para melhorar a oferta d’água na cidade. “Em algumas reuniões apresentamos a necessidade de um estudo no aluvião do Gargalheiras para sabermos qual sua capacidade, além de pedirmos empenho da CAERN em construir um ponto de captação para carros-pipa próximo à Currais Novos, que seria em alguma das adutoras próximas como a “Monsenhor Expedito” em Santa Cruz, e a da “Serra de Sant’Ana” em Florânia”, comentou. Vilton Cunha aproveitou para dizer aos servidores que “irá construir um plano que não comprometa as finanças do município”, e que a retomada do diálogo sobre o assunto será em breve. Algumas obras importantes que foram retomadas pela atual gestão também foram abordadas pelo prefeito, tais como as Creches do bairro Dr. José Bezerra e Paizinho Maria (em construção), Teatro (retomada da Obra, cobertura já finalizada), além do início da construção das UBS’s Santa Maria Gorete e Parque Dourado.
Fonte: ASSECOM

Governo do Estado promove Semana Nacional de Meio Ambiente

Semana terá atividades especiais(Foto:Divulgação)
O Governo do Estado por meio do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN) preparou uma programação especial para comemorar a Semana Nacional do Meio Ambiente. O dia mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho.

Esse ano, o slogan da Organização das Nações Unidas é: “Sete bilhões de sonhos. Um planeta. Consuma com moderação”. Será trabalhada além da consciência ambiental da população, a necessidade da reduzir a produção de resíduos.

A abertura oficial do evento acontecerá nesta terça-feira, dia 2 de junho, a partir das 9h, no Parque das Dunas, no Tirol, e contará com a apresentação do Coral Som das Águas, da Caern, e com a presença dos gestores ligados ao Meio Ambiente, autoridades e público em geral.

A semana ambiental vai oferecer de 2 a 7 de junho uma programação diversificada com espetáculos teatrais, musicais, dança, shows de mamulengos, exposições, oficinas com material reciclável, oficinas de produção de mudas nativas da mata atlântica, doação de mudas, atividades físicas e outras ações ambientais que prometem garantir o lazer e a diversão dos frequentadores da unidade de conservação, visando despertar a consciência ecológica do público participante.

A programação será encerrada no domingo (7), também com exposições, brincadeiras, trilhas e o “Som da Mata”, projeto musical realizado nas tardes de domingo no Parque das Dunas.

Além das atividades desenvolvidas ao longo da semana no Parque, o IDEMA, SEMARH, IGARN E CAERN desenvolverão atividades paralelas no interior do estado.

Fonte: Portal no Ar

A missão de ajudar a construir o RN

Para Ezequiel, o Parlamento potiguar vem alcançando novos espaços, graças a uma atuação que vai além do papel de legislar e fiscalizar o Executivo. Cada vez mais próxima da população, a Assembleia Legislativa vem contribuindo para a construção do Rio Grande do Norte de uma forma mais democrática, plural e interativa.
Leia aqui entrevista do deputado Ezequiel Ferreira, Presidente da Assembleia Legislativa do RN.
Fonte: Tribuna do Norte

Currais Novos supera meta do Ministério da Saúde na campanha de vacinação da gripe

O Ministério da Saúde divulgou na última sexta-feira (22) o balanço da campanha nacional de vacinação contra a gripe, onde 46,2% do público-alvo foi imunizado, meta esta que foi superada em Currais Novos com 58,42%. De acordo com a enfermeira Verônica Cabral, que coordena a campanha no município, foram vacinadas 5.578 pessoas, onde a expectativa é alcançar 9.548.
Em Currais Novos, o grupo prioritário dos profissionais da saúde foi o que teve maior índice de cobertura, com 63,47%, seguido do grupo das “crianças de seis meses a menores de cinco anos” com 63,25%, idosos (56,45%), gestantes (50,86%) e puérperas (41,79%). A Campanha Nacional foi prorrogada até a próxima sexta-feira (05) em todas as Unidades Básicas de Saúde do Brasil e a meta é vacinar 80% do público alvo.
Devem receber a vacina crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; e pessoas com doenças crônicas como as respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas, neurológicas, diabetes, entre outros.
Fonte:ASSECOM

Ministro da Integração confirma recursos para adutora de Currais Novos e Acari

Os recursos para a construção e conclusão da adutora de engate rápido de Currais Novos/Acari foram assegurados pelo ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, em reunião na última sexta-feira (29) na sede da Governadoria do RN, encontro que contou com a presença do governador Robinson Faria, da Senadora Fátima Bezerra, do Prefeito de Currais Novos, Vilton Cunha, além da classe política do estado.
“Uma importante notícia e a confirmação de que teremos recursos para esta obra que irá melhorar o abastecimento de Currais Novos e Acari”, disse Vilton.
De acordo com o ministro o governo federal irá investir mais de R$ 300 milhões em obras hídricas no Estado, tendo como prioridade a finalização da Barragem de Oiticica. Gilberto Occhi e o Governador Robinson assinaram termo de compromisso que garante o repasse de R$ 4 milhões para lançamento de adutoras emergenciais de montagem rápida e distribuição de água por meio de carros-pipa no estado.
Fonte:ASSECOM

Domingo Melhor atrai milhares de pessoas em shows em Natal


O projeto cultural Domingo Melhor foi relançado neste domingo (31) em um novo formato construído pela Assembleia Legislativa do RN e o Sistema Fecomércio. O projeto reuniu em um só espaço música, cultura, gastronomia e lazer para os potiguares que participaram do momento cultural.
De acordo com a organização, circularam por todo o dia mais de duas mil pessoas que elogiaram o lançamento do novo formato do projeto cultural “Domingo Melhor”. “Quando pensamos no projeto o nosso objetivo era criar um espaço gratuito onde as famílias pudessem viver momentos de lazer e cultura. E ai está: conseguimos reunir os natalenses em um evento fantástico”, comenta o idealizador do projeto e diretor da Tv Assembleia, Bruno Giovanni.
O projeto atraiu a população e movimentou a economia com venda nos espaços do evento feita por comerciantes informais de Natal. A expectativa é que o Domingo Melhor tenha edições mensais, com programação no último domingo de cada mês. “Eu fiquei com receio de ser um evento tumultuado, mas chegando aqui me deparei com um local tranquilo, seguro e familiar, com certeza virei das próximas vezes, a Assembleia Legislativa e os organizadores estão de parabéns”, conta a aposentada Amara Diamantina.
O evento contou com a presença de deputados estaduais que acompanharam o evento que ocorreu no largo da Praça 7 de Setembro no Centro da Cidade. “O Domingo Melhor é mais um espaço de lazer, onde as pessoas puderam participar da feira de artesanato e curtir os shows” destaca a deputada Márcia Maia (PSB). O parlamentar Hermano Morais (PMDB) também marcou presença no evento.
O ponto alto do projeto ficou por conta da atração nacional, o pernambucano Nando Cordel que subiu ao palco depois das apresentações dos artistas locais da Assembleia Cultural, Ivan do Monte e Fernanda Azevedo com sucessos como “É de Dar Água na Boca” e “Você Endoideceu Meu Coração”.
A programação foi toda transmitida ao vivo pela TV Assembleia, no site da Assembleia, nas redes sociais, nos canais gratuitos e pela Net TV.
No espaço do artesanato, o destaque ficou para as telas e itens de decoração dos expositores traduzidas em peças com arte no bordado, costura e pintura.
Fonte: Assembleia Legislativa do RN

Samsung entrega Smart School a alunos do Tristão de Barros

A sul-coreana Samsung está participando do projeto Smart School, na Escola Estadual Tristão de Barros em Currais Novos, nesta terça-feira, 2 de junho.
A entrega dessa Smart School contempla alunos e professores da escola, que venceram o concurso “Respostas para o Amanhã” da Samsung, com o projeto “EQUILIBRIO – para uma inclusão sustentável e um meio ambiente melhor”.
O projeto executado por alunos e professores da escola criou cadeiras de roda, bengalas e outros equipamentos para pessoas portadoras de necessidades especiais a partir de lixo eletrônico reciclado recolhido pelos alunos na cidade.
A “Smart School” traz dispositivos tecnológicos, como tablets, lousa interativa e outros equipamentos de TI, proporcionando inclusão digital e contribuindo para que os estudantes possam se beneficiar e aprender ainda mais, a partir de uma abordagem didática interativa e moderna.
A programação do evento de inauguração na escola inclui conversa com alunos e professores, além de porta-voz da Samsung, que dará uma coletiva de imprensa entre 16:30 e 17:30 e às 18 horas ocorrerá a inauguração da Smart School, com exibição em seguida do filme “Os Vingadores” para os alunos da escola.

Pró-sertão vai gerar 1,4 mil empregos até o final do ano

jairo_amorim_diretor_industrial_da_fabrica_guararapesPrestes a completar dois anos de funcionamento, o programa de incentivo ao setor de confecções potiguar Pró-Sertão deve fechar 2015 com mais de 1,4 de mil novos postos de emprego diretos. A criação das vagas é fruto da expectativa pela abertura de 50 novas unidades faccionistas de confecção até o fim do ano no Seridó e em outras regiões do Rio Grande do Norte.
Atualmente, as âncoras que atuam junto às facções – Guararapes, RM Nor, Hering e Toli – operam com 70 unidades, em todo o Estado. A previsão é de que o ano feche com 100 unidades operando para os grandes grupos de confecção. O programa está trabalhando dentro das metas estipuladas quando do seu lançamento, em agosto de 2013. Ao fim deste ano, quando chegará a um terço de seu período de vigência estipulado, a quantidade de postos abertos nas facções representará um impacto financeiro mensal superior ao R$ 1 milhão apenas com os salários pagos aos trabalhadores.
Fonte: Novo Jornal

Dia Mundial do Leite!

Hoje é comemorado o Dia Mundial do Leite. A data foi criada em 2001 pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO) com o objetivo de alertar a população sobre a importância dos lácteos para a manutenção de uma alimentação equilibrada.
“O leite e seus produtos derivados são considerados as principais fontes dietéticas de cálcio, pois apresentam maior biodisponibilidade nesse grupo alimentar”, explica a nutricionista Silvia Lancelloti.
A baixa ingestão de cálcio na juventude aumenta o risco de osteoporose na idade adulta. Essa doença é caracterizada pela perda de massa óssea, ou seja, é quando a estrutura óssea começa a ser degradada e fica enfraquecida.
Vale ressaltar que para as crianças e adolescentes, o leite é essencial para o desenvolvimento adequado e fortalecimento dos ossos de forma saudável.

SAMU do RN receberá recursos do MS

O Ministério da Saúde liberou hoje (1º) R$ 24,6 milhões do Fundo Nacional de Saúde para custeio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). Os recursos serão recebidos por estados e municípios em parcela única.
Os valores são uma complementação dos recursos financeiros estabelecidos em portarias já publicadas sem observar a data do efetivo funcionamento do Samu 192.
Serão beneficiados municípios dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Goiás, do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Amazonas, da Paraíba e Bahia.
Fonte: Agência Brasil